terça-feira, 4 de agosto de 2009


Pode ir, não impeço sua viagem
Vez em quando, dê notícias de você
Leve tudo o que quiser, só me deixe te dizer
Minha vida está partindo com você
Não esqueça que eu te amo
Por amor te deixo ir
Se quiser voltar um dia, eu estarei aqui
E as lembranças dos momentos que vivemos vou guardar
Essas eu não deixarei você levar
Quando alguém falar seu nome em minha frente
Não se importe eu nem ligo, sei fingir
Seus carinhos não são meus, e por isso fico aqui
Vou mentindo pra mim mesmo que esqueci


Não esqueça que eu te amo...

quarta-feira, 8 de julho de 2009


Amor Platônico

É tão gostoso quando a gente vê quem ama.O coração salta, machuca o nosso peitoE fixa os nossos olhos nesse alguém...O pensamento voa nas asas da ilusãoRegressa e fica aprisionado, Entre paredes de um mundo solitário e triste
Os olhos continuam contemplando O delicioso movimento do corpoO gostoso sorriso,Os cabelos soltos ao vento...
O teu cheiro suave chega, provoca, excita e acalmaAlgumas vezes, em teus olhosPercebo um lampejo de paixãoNaquele breve momento Sonho que é por mim esse sentimentoMas acordo, Quando palavras de carinhoDa tua boca não são pronunciadasE vejoQue aquele sentimento era por outra pessoa...
Meus olhos nos teus viajam e te pedem um beijoMas a porta do teu coração, pra mim está fechadaE você não percebe...
O teu sorriso é lindoE quantas vezes pedi,Sem você ouvirQue um só fosse pra mim,Mas nenhum me pertenceu...
A tua pele é suave,Teu rosto gostoso de tocar com os lábiosCada vez que beijo as tuas mãosPeço para que elas me abracem,Mas tu não ouves e não sentes
Em nada adianta tanto amor dedicado Se ele não é abraçado,Pelo contrário, Sempre é ignorado.

sinto tanta saudade de vc meu querido!

terça-feira, 30 de junho de 2009

Um Grande Amor...


“Em uma aldeia moravam sete sentimentos: alegria, tristeza, riqueza, vaidade, amor, sabedoria e a esperança. Um dia a aldeia iria ser inundada, chamaram apenas seis barcos para os sete sentimentos. Enquanto todos os sentimentos fugiam para o alto da montanha passou o tempo e o amor resolveu despedir-se da aldeia e sua casa. Enquanto passou a riqueza o amor pediu-lhe carona, mas a riqueza disse que seu barco estava cheio de ouro e prata e não o cabia, o amor continuava a se despedir da aldeia enquanto passou a tristeza, o amor novamente pediu carona, mas a tristeza disse que estava muito triste, preferia ficar sozinha. O amor começou a se assustar porque a água começava a subir e quase todos haviam saído, foi quando passou a esperança e disse ao amor que não desistisse pois ainda haviam chances dele se salvar, o amor começou a assustar-se pois a sabedoria como sempre tão sábia havia previsto e ido na frente, então encontrou a felicidade e a pediu carona mas ela estava tão alegre que “aquela musica” não a deixou ouvir os pedidos de socorro do amor. Ele se desesperava pois perderia sua aldeia, sua casa e talvez a vida, então passou a vaidade e o amor implorou a ela que o ajudasse, mas ela disse que sujaria o seu barco e partiu. O amor havia perdido as esperanças, não restava mais ninguém para ajudar. Foi quando passou um velhinho que sem custo o levou até o alto da montanha, era um homem velho, com aparência de cansado e ao chegarem no topo da montanha o amor saiu do barco e ao virar-se para agradecer à aquele bom velhinho, percebeu que ele havia sumido.
O amor não entendeu como podia ter esquecido de agradece-lo e até mesmo perguntar quem ele era, então resolveu perguntar a sabedoria quem era aquele bom velhinho. A sabedoria respondeu que era o tempo...
- O tempo? – perguntou o amor – Mas porque o tempo me ajudaria?
Quando a sabedoria respondeu-lhe:
- Porque só o tempo entende um verdadeiro amor...